Reeducação alimentar: sinônimo de emagrecimento saudável
A mudança de hábitos é fundamental para emagrecer sem comprometer a saúde
Enviado em 30/01/2012
O termo “dieta” é quase sempre associado à restrição total de certos de alimentos, em especial de guloseimas, massas e doces. É verdade que comer menos desses alimentos ajuda a emagrecer. Só que emagrecer não depende apenas do tipo de alimento que se consome, mas também da quantidade consumida. Em suma: é possível emagrecer encaixando no cardápio alguns doces, em quantidade reduzida. Massas integrais podem e devem fazer parte da rotina alimentar. Guloseimas engordativas e sem nutrientes de fato devem ficar de fora do cardápio. O ideal é consumir “besteirinhas” como balas, chicletes, salgadinhos industrializados, refrigerantes e afins apenas de vez em quando, e em pouca quantidade.
A busca pelo corpo perfeito em um curto período é um dos principais fatores que levam as pessoas a adotar dietas extremistas. E é neste ponto que mora o perigo! Essas dietas até podem ocasionar a perda rápida de peso, mas geralmente, não garantem o efeito a longo prazo e a pessoa volta facilmente a engordar.
O maior problema das dietas restritivas está na restrição de grupos de alimentos, como carboidratos, proteínas ou gorduras. A restrição total de carboidratos na alimentação é um dos maiores exemplos que devem ser evitados, uma vez que esse componente fornece energia para o organismo. O mesmo conceito se aplica aos regimes que restringem por completo a ingestão de gorduras e proteínas. No primeiro caso, ocorre um aumento excessivo no consumo de carboidratos e no segundo, ocorre um déficit na produção dos tecidos do organismo (uma das funções das proteínas é reparar os tecidos danificados).
Em um país em que aproximadamente 40% da população está acima do peso, o que fazer para evitar a adoção das chamas “dietas milagrosas”? A reeducação alimentar é a resposta. Possivelmente, envolve mudanças de hábitos, de padrões psicológicos e comportamentais.
A reeducação alimentar é um processo de aprendizagem no qual a pessoa, além de conhecer melhor os alimentos, passa a selecioná-los de forma mais consciente e saudável. É um processo que demanda força de vontade e paciência. Para não haver erros, vale consultar o médico, um nutricionista e se exercitar.
Por: AgComunicado
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