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Considerado um procedimento seguro e eficaz pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), a cirurgia bariátrica e metabólica – ou cirurgia da obesidade, ou ainda, da redução de estômago – não é apenas uma. Diversas técnicas  foram desenvolvidas com o objetivo de acabar com a obesidade e controlar ou tratar outras doenças relacionadas ao excesso de peso, como apneia do sono, diabetes, hipertensão, entre outras.  

A cirurgia é indicada quando todas as demais alternativas – como dietas, exercícios, uso de medicamentos – foram utilizadas e não deram os resultados esperados. Os médicos também levam em conta:

O Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 40 kg/m² , ou com IMC entre 35 e 40 kg/m², sempre que, neste caso, existam comorbidades (outras complicações e doenças ligadas à obesidade).
Idade: sempre entre 18 e 65 anos. Casos específicos, com idade inferior a 18 anos, somente quando houver indicação e consenso entre a família e o médico responsável. Pessoas acima de 65 anos, é preciso uma avaliação individual pela equipe multidisciplinar, considerando-se todos os riscos e benefícios.
Tempo da doença: apresentar uma situação de risco há pelo menos dois anos. Cabe ao médico verificar com cuidado o histórico do paciente.

No Brasil são realizadas quatro  tipos de cirurgia bariátrica e metabólica:
• Bypass gástrico: é a mais praticada no país e corresponde a 75% das cirurgias realizadas. Considerada muito segura e eficaz, com perda entre 40% e 45% do peso inicial. Nesta técnica, parte do estômago é “grampeado”, reduzindo o espaço para a comida. É feito um desvio do intestino inicial, incentivando a produção de hormônios que dão a sensação de saciedade.

• Banda gástrica ajustável: representa 5% dos procedimentos feitos aqui, e é também bastante segura e eficaz na redução de peso - de 20% a 30% do peso inicial. A técnica consiste na colocação de um anel de silicone inflável ajustável ao redor do estômago, que aperta mais ou menos o órgão, controlando o seu esvaziamento.

• Gastrectomia vertical: técnica que surgiu no início dos anos 2000, converte o estômago em um tubo, com capacidade de 80 a 100 mililitros (ml). Permite boa perda de peso.

• Duodenal Switch: técnica que associa a gastrectomia vertical e o desvio intestinal. É retirado 85% do estômago, mantendo a anatomia básica do órgão e sua fisiologia de esvaziamento. Leva à perda de 40% a 50% do peso inicial.

Quanto ao balão intragástrico, não é uma cirurgia, mas uma terapia auxiliar  
com pré-operatório. Através da endoscopia é implantada uma prótese de silicone, que diminui a capacidade gástrica e provoca saciedade. Esse balão é preenchido com 500 ml do líquido azul de metileno, que, se vazar ou se romper, será expelido pela urina. O paciente pode ficar com o balão por seis meses, e é indicado para pessoas com sobrepeso ou no pré-operatório de pacientes com IMC acima de 50 kg/m2.

Apos a cirurgia, é importantíssimo seguir as recomendações médicas e realizar as consultas e exames necessários. A reeducação alimentar, com um nutricionista, e o acompanhamento psicológico para cuidar do estresse e da ansiedade são também medidas importantes para o sucesso da cirurgia. Assim, você não entrará para a estatística da SBCBM que, depois de três anos, constatou que 10% dos pacientes voltam a engordar pois não mudam seus hábitos alimentares.

Por: AgComunicado

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