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Feijão branco ajuda a controlar absorção de gordura no organismo


04/11/2012 - 23:00:00 | 1175

Pesquisas recentes indicam que o feijão branco, consumido como salada ou até feijoada, é rico em uma proteína que retarda a absorção de açúcares no sangue e, por conta disto, atua no processo de emagrecimento. Trata-se da faseolamina, uma glicoproteína também encontrada em massas, batatas, grãos, pães, entre outros. Para obter a faseolamina é preciso processar os feijões inteiros através de um processo que inclui moagem, drenagem, filtragem e concentração a vácuo, para depois serem refiltrados, pasteurizados e secos.

Os alimentos, ao serem ingeridos, precisam ser transformados em moléculas menores de nutrientes para serem absorvidos na corrente sanguínea e transportados para as células do corpo. Isso é feito através do processo de digestão.

Ao ingerirmos alimentos ricos em carboidratos (amido),  o corpo converte tais moléculas de carboidratos em moléculas menores (açúcar-glicose) através da ação de uma enzima chamada alfa amilase (produzida pelo pâncreas). Estas moléculas menores são então absorvidas pelo organismo e estocadas sob a forma de energia para uma eventual necessidade. E, caso esta energia não seja utilizada, o organismo mantém estoques sob a forma de gordura.

É neste ponto que atua o extrato do feijão branco, ao impedir o acúmulo de gordura. Uma vez ingerido, inibe a digestão dos carboidratos e retarda a absorção de açúcares no sangue.

Em geral, os efeitos benéficos da faseolamina aparecem oito semanas após o início do tratamento. Mas cuidado: lembre-se que todo medicamento, mesmo os fitoterápicos, devem ser consumidos sob orientação médica, e em doses fracionadas. Se ingerida de forma indiscriminada, a faseolamina pode provocar dores abdominais, gases e diarreia.
Entre os seus principais benefícios está a manutenção dos carboidratos na dieta alimentar.

Nos Estados Unidos, a faseolamina é comercializada desde a década de 1980, e além de utilizada para o controle do peso, é também usada para o controle do diabetes.  No Brasil, o mercado farmacêutico está descobrindo as propriedades deste produto e lançando no mercado nacional medicamentos fitoterápicos a base desta revolucionária glicoproteína.  

Por: AgComunicado