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Psyllium ideal para quem sofre de intestino preso


26/01/2016 - 23:00:00 | 494

 

 

Possui quantidade considerável de óleos altamente eficientes para o processo laxativo

 

A planta é considerada uma alternativa eficiente para quem deseja perder peso e aliviar a sensação de inchaço. Psyllium ajuda no alcance da saciedade graças à qualidade de fibras presentes na casca contribui para as funções do intestino e funciona no organismo como um laxante natural.

As sementes localizadas na casca da planta possuem diversas funções relacionadas ao potencial dos componentes químicos presentes, como arabinoxilano, responsável por absorver determinada quantidade de água do intestino e contribuir para formação do bolo intestinal.

Na planta psyllium possui quantidade considerável de óleos altamente eficientes para o processo laxativo. As propriedades da planta são também aplicadas na medicina alternativa em forma de cataplasmas para a cura de infecções , dores de dente e inflamações na pele. As sementes da erva são também consumidas in natura no preparo de sucos, vitaminas e com iogurtes.

Ajuda na redução do colesterol

Pesquisa realizada pela Universidade de Cincinnati divulga que a psyliium reduziu cerca de 9% do colesterol em oito dias de consumo. É importante associar a ingestão com no mínimo dois litros de água ao dia, esclarece o estudo.

Contribui para as funções do intestino

Entre as pessoas que sofrem com intestino preso apostar na ingestão do fitoterápico pode trazer melhorias. Com vasta quantidade de fibras solúveis o psyllium ajuda na formação do bolo fecal, auxilia na eliminação das toxinas e absorve quantidade necessária de água para o trato de constipações.

Ideal para quem sofre de retenção de líquidos

Com quantidades consideráveis em mucilagem os compostos presentes ajudam a reter quantidade de água que será utilizada para formação do gel nas paredes estomacais e alcance da sensação de saciedade. Essa eficiência é comprovada pelo estudo realizado na Faculdade de Medicina X. Bichat  da França. A fome pode ser amenizada em até 17%, informa a pesquisa.