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Chocolate também faz parte da alimentação saudável


04/11/2012 - 23:00:00 | 548

Razões não faltam para que os chocólatras justifiquem seu vício. O chocolate pode aliviar o estresse e ansiedade, suprir determinadas carências emocionais e ainda repor as energias. Os especialistas costumam ser unânimes ao destacar as propriedades nutritivas do chocolate, mas sempre com o alerta de que o excesso pode acabar com a mais rígida dieta alimentar e dobrar a predisposição a doenças cardiovasculares ou de outros males causados pela obesidade.

O cacau é rico em vitaminas A,B,C,e D e em minerais como potássio, sódio e ferro. Além disso, pode aumentar os níveis de serotonina, o hormônio responsável pela sensação de bem estar – o que ainda o torna  eficaz no combate à depressão e à ansiedade.

Outra substância “do bem” presente no cacau é a feniletilamina, popularmente conhecida como o hormônio da paixão. Pesquisadores já revelaram que a produção de feniletilamina no organismo aumenta quando estamos apaixonados. E essa ação  pode explicar o porque de algumas pessoas aumentarem o consumo de chocolate após desilusões amorosas: trata-se de uma tentativa inconsciente de compensar a quantidade desse hormônio.

A maioria dos nutricionistas defendem o consumo do chocolate, em especial o amargo, produzido a partir do cacau puro e sem a adição de gorduras do leite. O chocolate amargo possui altos níveis de flavonoides, substâncias antioxidantes que reduzem a predisposição a doenças cardiovasculares. Também contém níveis consideráveis de ácido oleico, a mesma “gordura do bem” encontrada no azeite de oliva, que atua no controle do LDL (colesterol ruim).

No entanto, aqueles que não conseguem passar um único dia sem comer chocolate devem ficar atentos, pois os benefícios funcionais do chocolate amargo não se aplicam ao branco ou ao tradicional (essas duas versões são produzidas com a gordura saturada do leite).

Vale ressaltar que é de suma importância ficar atento à qualidade e saber escolher. O chocolate branco ou tradicional não devem ser completamente vetados, mas sim consumidos com moderação.  São cuidados como esse que não fazem do chocolate um “vilão do emagrecimento”.

Por: AgComunicado