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Saiba mais sobre o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo


02/12/2012 - 23:00:00 | 670
 
O transtorno do desejo hipoativo é o nome científico para a polêmica “frigidez feminina”.  O transtorno é uma das formas mais comuns de disfunção sexual feminina, e sua maior característica é a ausência ou deficiência em desejar uma relação sexual.
 
Para que a mulher seja diagnosticada com esse transtorno, é necessário que esse problema esteja causando sofrimentos e dificuldades em relacionamentos interpessoais. 
Quando a mulher procura um médico informando que sofre de frigidez, é essencial saber se ela deseja mudar ou se ela está feliz desse jeito. Outro dado importante é questionar o motivo pelo qual a mulher quer mudar, se para ser aceita na sociedade, por pressão de familiares ou para atender aos desejos de outra pessoa. 
 
Uma das maiores dificuldades encontradas pelos médicos e terapeutas é que ao procurar um profissional, a mulher reclama que gostaria de ter mais desejo sexual, tratando um assunto complexo como se fosse uma situação muito mais simples de ser solucionada. 
 
No transtorno do desejo sexual hipoativo, a falta de desejo sexual pode ser geral, ou pode ser limitada apenas ao parceiro ou alguma atividade sexual específica. Essas mulheres não têm motivação para buscar estímulos e não sentem frustração quando privadas de alguma atividade sexual. Dificilmente a mulher portadora desse transtorno tomará a iniciativa para uma relação sexual, e se a iniciativa for do parceiro ela pode se mostrar completamente relutante ao ato. 
 
As causas do transtorno do desejo podem variar de acordo com cada mulher. Algumas mulheres sofrem com o problema pela falta de orientação sexual adequada ou por conviver em uma cultura onde o assunto não é tratado livremente. 
 
Existem produtos naturais que têm ajudado muitas mulheres que sofrem com a famosa frigidez. Medicamentos como o Tribulus Terrestris auxiliam no aumento da libido e ajudam a diminuir a frigidez feminina. 
 
Existe tratamento para o transtorno, mas esse deve ser acompanhado por um médico, e em alguns casos por terapeuta. Admitir o problema e procurar ajuda são os primeiros passos para a cura.