"Manter o corpo em boa forma é dever de todos. Corpo saudável... Pensamentos Saudáveis."

Usar ou não usar medicamentos naturais?


17/06/2014 - 23:00:00 | 1008

O equilíbrio é fundamental para a adoção de qualquer procedimento em prol da saúde

Quando se fala em saúde automaticamente uma porta de questões e complexidades se abre. Afinal, o que pode ser 100% saudável? Qual é a fórmula “exata” para a conquista da saúde?
 
A própria ciência com suas descobertas muitas vezes costuma confundir as pessoas, recentemente foi descoberto que o excesso de vitamina E no organismo poderia causar câncer de próstata, mas não se trata de um poderoso antioxidante reverenciado até mesmo pelos benefícios de uma pele mais jovem e saudável?
 
A vitamina D metabolizada pela exposição solar só é efetiva quando a pele está exposta a níveis considerados  prejudiciais e que poderiam até mesmo ocasionar no surgimento de graves lesões e do câncer de pele. Você sabia disso? Mas é uma constatação de estudos científicos realizados em 2011.
 
E quando se fala em emagrecimento com a obesidade representando um dos maiores riscos à saúde no planeta, o uso de medicamento também é questionado, afinal, fazem bem ou mal à saúde? Medicamentos com princípios ativos naturais são menos nocivos do que os medicamentos tradicionais? 
 
Consegue me entender? Quando falamos de saúde, surgem inevitavelmente diversas questões e até mesmo o que é considerado saudável, se utilizado da maneira incorreta pode se transformar em “veneno”. 
 
Em casos de sobrepeso e obesidade nem sempre a prática de atividades físicas e alimentação saudável podem auxiliar, há casos em que o metabolismo necessita de um auxílio, em que o uso de determinados medicamentos podem beneficiar no processo.
 
As críticas em torno dos medicamento naturais está muitas vezes no fato de que os princípios ativos são manipulados junto a substâncias químicas, mas  não há química na botânica das plantas e frutos? E quando a medicina tradicional ainda não existia, vamos analisar sob o exemplo do Brasil, quantas pessoas não recorriam aos curandeiros, ao uso de plantas, ervas, ao uso do que era proporcionado pela natureza?
 
Por isso antes das críticas ao uso do chá verde, ao uso da planta psyllium, ao uso da pholia magra, ao uso da centella asiática, entre tantos outros medicamentos formulados a partir de princípios ativos naturais, é importante responder a seguinte pergunta: o que de fato faz bem à saúde? Sim, por que se algo for praticado de maneira desequilibrada pode causar malefícios à saúde e não ao contrário.
 
Aliás, o equilíbrio é a chave para o sucesso em qualquer área da vida, inclusive para uma saúde plena, prós e contras devem ser constantemente analisados e muitas vezes a decisão pode partir apenas do indivíduo. 
 
Se afirmarmos que o uso do chá verde beneficia a saúde e emagrece isso não quer dizer que se está acima do peso deve fazer o uso do chá verde, mas deve considerar uma série de questões e então decidir sobre o uso ou não desse medicamento.
 
O que é importante é que haja entre as pessoas mais criticidade e mais busca por respostas, mais análise, mais pesquisa, a linha entre  benefícios e malefícios sempre será tênue e não dependerá unicamente de uma ação, mas da intensidade dessa ação, de que maneira é tomada. A autoconsciência ainda é o remédio mais efetivo. Reflita!